Quique Flores apresentado no S. L. Benfica

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“Enrique Sánchez Flores, conhecido internacionalmente como Quique Flores, é o novo treinador do Benfica e a primeira aposta de Rui Costa enquanto director desportivo. O homem que liderará a equipa de futebol durante os próximos dois anos vive a primeira experiência fora do seu país, depois de ter granjeado fama em Espanha, mercê dos resultados desportivos obtidos ao serviço do Getafe e do Valência. Quique Flores nasceu em Madrid no dia 2 de Fevereiro de 1965. Enquanto jogador, Flores foi um excelente lateral, tendo cumprido 232 jogos e marcado 14 golos pelo Valência, equipa onde viria mais tarde a mostrar novamente valor, mas como treinador. Passou ainda pelo Real Madrid (63 jogos e dois golos) e pelo Saragoça (nove jogos), enquanto jogador. Internacional A espanhol em 15 desafios, chegou mesmo a marcar presença no Mundial de 1990. Terminada a carreira de jogador, Quique optou por seguir a carreira de técnico e foi convidado a integrar as camadas jovens do Real Madrid, onde foi bem sucedido. Seguiu-se a primeira experiência como treinador no futebol sénior. Assim, ao serviço do recém-promovido Getafe, em 2004/05, conseguiu garantir uma época tranquila, mercê de um 13.º lugar no principal escalão do futebol espanhol.
“Viciado” em trabalho, cobiçado pelo Valência, que via partir Cláudio Ranieri, rumou ao clube onde se evidenciara enquanto jogador, alcançado um 3.º lugar que deu acesso à Liga dos Campeões, onde na temporada seguinte atingiu os quartos-de-final. Seguiu-se um 4.º lugar na liga espanhola e nova presença do clube “Ché” na prova máxima da UEFA. No entanto, a 29 de Outubro de 2007, Quique saiu mesmo do Valência numa época para esquecer do clube, sendo prova disso a má campanha que Ronald Koeman (antigo treinador do Benfica e sucessor de Quique no Valência) levou a cabo.
Considerado em Espanha um treinador analítico, ambicioso, rigoroso e adepto do estudo da componente táctica, Flores é um jovem com um largo futuro à sua frente e já chegou a ser comparado, em alguma imprensa, a José Mourinho, mercê da juventude, da fluidez do discurso, da dedicação à vertente táctica e do exigente conceito de trabalho. Quique é ainda uma pessoa afável, que não esconde gostar de aprender e de debater futebol com os mais próximos, sendo um adepto confesso de várias modalidades. Muitos só lhe apontam um defeito: é viciado em trabalho…”

In slb.pt

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