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Steve Jobs volta a deixar o comando da Apple

17 de Janeiro de 2011

Steven P. Jobs, o co-fundador e director executivo da Apple, vai estar de baixa médica nos próximos tempos, apenas um ano e meio após o seu regresso ao trabalho na sequência de um transplante hepático, anunciou hoje a empresa em comunicado. Desde 2009 que Jobs apresentou produto atrás de produto, nomeadamente o iPhone 4, o iPad e a nova linha dos portáteis MacBook Air (DR).
Numa carta enviada aos trabalhadores da empresa, Jobs indicou que, apesar de continuar a estar envolvido nas grandes decisões estratégicas da empresa, irá “afastar-se” durante uns tempos (não foi especificado durante quanto tempo) do comando da Apple a fim de se poder concentrar na sua saúde.
“Eu adoro a Apple e espero regressar o mais depressa possível”, indicou Jobs na referida carta, citada pelo “The New York Times”. Durante a ausência de Jobs será Timothy Cook, o chief operating officer da empresa, a conduzir a Apple.
“Tenho a certeza que o Tim e a restante equipa executiva farão um óptimo trabalho na execução dos planos que temos em marcha para 2011”, disse ainda. Steve Jobs conseguiu recuperar de um cancro pancreático em 2004 e, em 2009, foi submetido a um transplante de fígado. Em Junho de 2009, a Apple anunciou que Jobs tinha regressado ao trabalho e, efectivamente, em Setembro desse ano, o líder da empresa apareceu publicamente pela primeira vez desde o transplante, visivelmente mais magro mas demonstrando bastante vitalidade e energia. De lá para cá, Jobs não tem parado. Apresentou produto atrás de produto, nomeadamente o iPhone 4, o iPad e a nova linha dos portáteis MacBook Air.
Apesar de, em Julho de 2010, ter dito a um repórter que lhe perguntou pela sua saúde estar a sentir-se “óptimo”, de acordo com algumas pessoas próximas de Jobs o patrão da Apple tinha vindo a revelar um aspecto cada vez mais frágil nos últimos meses, indica ainda o “New York Times”.
Depois deste anúncio da Apple, as acções da Apple sofreram uma queda nos mercados internacionais (hoje é feriado bolsista nos EUA).

publico.pt

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Steve Jobs ganha prémio para CEO da década

10 de Dezembro de 2010

Ele é um dos homens mais influentes do mundo da tecnologia… É um dos fundadores da Apple que ocasionalmente nos oferece as melhores keynotes do mundo da tecnologia. Encanta o mundo inteiro através de produtos como o iPod, iPhone, iTunes, iPad… Ligado aos filmes de animação (comprou a Pixar Studios), é extremamente perfeccionista, ao ponto de olhar o trabalho desenvolvido, a pixel. Foi afastado temporariamente da empresa por motivo de doença (cancro do pâncreas). Regressou com toda a força em Junho de 2009 e está aí para ficar:

Há um ano, eu fui diagnosticado com cancro. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos disseram-me que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas.O Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às minhas crianças, tudo aquilo que pensei dizer nos próximos 10 anos. Significa dizer adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, fiz uma biópsia, em que eles me enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Era uma forma muito rara de cancro pancreático que podia ser curada com uma cirurgia. Assim foi e agora estou bem. Tendo passado por isso, posso agora dizer, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Neste momento, o novo és tu. Mas um dia, não muito distante, gradualmente te tornarás um velho e serás varrido. Desculpa ser tão dramático, mas esta é a verdade.

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