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As seis condições do PSD para viabilizar o Orçamento

19 de Outubro de 2010

Passos Coelho apresentou esta noite ao partido os seis pressupostos que impõe para dar a mão ao Governo.

São seis “os pressupostos” que o maior partido da oposição impõe para que os 81 deputados do partido viabilizem a 29 de Outubro o próximo Orçamento do Estado.

1. Aumento do IVA de apenas um ponto percentual
O PSD quer reduzir para metade o aumento do IVA que a proposta do Governo prevê para 2011. Em vez de serem dois pontos percentuais, os social-democratas exigem apenas um ponto percentual. Mas mesmo o ponto percentual que o Governo quer aumentar em 2011, o PSD exige que seja transitório e que ao longo do próximo ano o Governo assegure um novo corte na despesa prevista equivalente ao 1% de aumento de IVA.

2. Suspensão das parcerias público-privadas e das grandes obras
É um velho cavalo de batalha de Passos Coelho. O líder do PSD exige que o Governo suspenda as parcerias público-privadas (que equivalem à compra de “100 submarinos” nos próximos anos) e de grandes obras como o TGV.

3. Cabaz alimentar com IVA a 6%
O PSD quer manter o IVA dos produtos do cabaz alimentar nos 6%. O produto paradigma desta medida é o leite com chocolate que os social-democratas pretendem que não venha a ter um IVA de 23%.

4. Deduções fiscais pagas em títulos do tesouro
Passos Coelho tinha exigido que o Governo não aumentasse a carga fiscal por via da redução das deduções fiscais. Acaba por recuar mas mantém esta bandeira: pretende que, em 2011, os portugueses possam trocar a redução nas deduções fiscais que a proposta do Governo prevê por títulos do tesouro. Esta medida aplica-se apenas a despesas de saúde, educação e habitação.

5. Agência independente para as contas públicas
O PSD vai seguir o conselho do governador do Banco de Portugal e exigir a criação de uma agência independente que monitorize a evolução das contas públicas, alargando ao seu radar de análise todo o sector empresarial do Estado. No entanto, o PSD pretende que esta agência funcione no Parlamento e efectue controlos mensais das contas públicas.

6. Verdade das contas orçamentais
O PSD não baixa a guarda sobre o que se passou nas contas públicas deste ano. Pretende saber qual é o défice implícito a partir do qual o Governo pretende alcançar o défice de 4,6% em 2011. Isto é, Passos Coelho exige que o Governo esclareça, sem medidas adicionais, qual seria o défice do Estado em 2010. Assim como, o valor discriminado das medidas extraordinárias que terão reflexo nas contas públicas deste ano.

economico.sapo.pt

XXXII Congresso do PSD

14 de Março de 2010

Bússola Eleitoral – Legislativas 2009

10 de Setembro de 2009

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Eleições Autárquicas 2009

2 de Setembro de 2009

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Dia 11 de Outubro de 2009 numa autarquia perto de si…

Pinócrates – JSD

4 de Fevereiro de 2009

pinocrates-outdoor-jsd“O Governo está habituado a uma JS reverente e sempre de acordo mas na JSD somos diferentes e a nossa agenda é com o futuro dos cidadãos e dos jovens portugueses e iremos sempre denunciar aquilo que os afecta”

Que coisa de politica!!!

15 de Julho de 2008

Luis Filipe Menezes abandona PSD

17 de Abril de 2008

Tudo aqui!!!

A crise deve estar no nome…

Luís Filipe Menezes, Luís Filipe Viera, Luís Filipe Scolari

😕

PSD com novo logotipo

22 de Março de 2008

“O novo logótipo do PSD, dominado por uma seta cor-de-laranja e em que predomina a cor azul, “parece o anúncio de uma gasolineira”, lamentou hoje Miguel Veiga, um dos fundadores do partido. “Já não direi que é um sinal de banda desenhada, mas parece o anúncio de uma gasolineira”, afirmou Miguel Veiga, que criticou o “péssimo gosto estético” do novo logótipo social-democrata, apresentado quarta-feira por Luís Filipe Menezes.b Em declarações aos jornalistas, Miguel Veiga, que esteve ligado à escolha dos símbolos iniciais do PSD (na altura denominado PPD), defendeu que “não se devia tocar na imagem no partido”. Segundo este histórico social-democrata, as três setas que dominavam a bandeira do PSD “eram uma referência da social-democracia”. “As setas representavam a forma como os social-democratas alemães riscavam as cruzes suásticas”, frisou, defendendo que “é preciso ter medida nas coisas e não brincar com coisas sérias”. As críticas de Miguel Veiga estenderam-se à actual situação no partido que ajudou a fundar, tendo reafirmado a sua oposição à liderança de Luis Filipe Menezes.”

In Público 


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